O aiatolá Khamenei descreveu a presença dos defensores dos santuários sagrados em países onde o inimigo elaborou um plano perigoso para eles como uma manifestação da visão de mundo da República Islâmica.
Com relação a isso, ele enfatizou que, embora o inimigo tivesse como objetivo destruir o sistema islâmico, dominando a região e, ao mesmo tempo, exercendo pressões econômicas, políticas, ideológicas e religiosas sobre o Irã, um grupo de jovens fiéis, guiados pela República Islâmica, frustrou esse plano custoso de arrogância.
"Com essa perspectiva, é preciso dizer que o movimento dos defensores do santuário salvou o Irã e a região", acrescentou.
O Líder Supremo enfatizou que a presença de jovens de diferentes nacionalidades como defensores dos santuários mostrou que a Revolução Islâmica, depois de mais de quatro décadas, ainda tem o poder de recriar o mesmo entusiasmo e heroísmo do início da Revolução.
Em outra parte de suas observações, o comandante-chefe do Irã enfatizou que os movimentos estudantis pró-Palestina nos EUA são um exemplo da existência de consciências puras no mundo.
Ele acrescentou que o importante é que essa mensagem de defesa do santuário, que na realidade é a defesa dos ideais da humanidade, chegue às consciências puras do mundo.
Sua eminência também se referiu à natureza violenta, cruel e desumana do Daesh e dos grupos alinhados a ele, criados com o apoio militar e de propaganda dos EUA e do Ocidente, enfatizando que, embora essas organizações terroristas pretendessem provocar insegurança na região e no Irã, os defensores dos santuários impediram esse grande perigo.
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